Sobre mim
Psicanalista, escritora e criadora do projeto Terapia da Palavra.
Formei-me na Formação Freudiana do Rio de Janeiro, nos anos 2000, e sigo em formação permanente, em grupos e institutos. Minha clínica é de orientação freudiana, com a ética de escuta de Ferenczi — aquele para quem toda queixa é, antes de tudo, uma tentativa de comunicação.
Antes disso, passei duas décadas trabalhando com jornalismo, literatura e estratégia de conteúdo. Foi por esse caminho que cheguei à psicanálise: pela desconfiança de que a linguagem é o território onde o sofrimento se elabora.
De onde escuto
Venho de uma casa portuguesa: seis dos meus oito bisavós e o meu avô nasceram em Portugal, entre Paredes de Coura, Coimbra e Castelo Branco, e tenho as duas cidadanias. Morei um ano nos Estados Unidos, estudando.
Não faço disso uma especialidade. É só a razão pela qual a vida entre dois lugares não me soa estranha quando aparece na sessão.
Terapia da Palavra
O Terapia da Palavra começou em 2004 como oficina de escrita criativa e se tornou uma extensão do trabalho clínico. Já passaram por ali mais de mil alunos. A escrita, nessas oficinas, não serve como descarga emocional, mas como forma de escuta do inconsciente pela via simbólica.
A psicanálise não é resposta nem solução rápida. Mas pode ser caminho.